Executivo Sênior de Desenvolvimento de Negócios Estratégicos e Vendas Comportamentais, com mais de 30 anos de experiência em empresas nacionais e internacionais, Luiz Sales tem uma trajetória multifacetada: já foi vendedor, empreendedor, palestrante, consultor, professor, mentor, escritor e até cantor e compositor. Nascido em Santos, casado e pai de dois filhos, ele acumulou vivência em áreas que vão do comercial ao pós-vendas, passando por marketing, logística, jurídico e financeiro.
No mundo editorial, sua história começou como coautor em Balanced Skills e evoluiu para coordenador dos best-sellers Vivi, Vendi, Venci volumes 1 e 2, obras que unem práticas de vendas, liderança humanizada e histórias reais de superação. Agora, ao lado de Marcel Spadoto, Luiz prepara o terceiro volume da série, prometendo novas narrativas inspiradoras para quem deseja aprender com quem realmente “viveu, vendeu e venceu”.
Nesta entrevista em formato pingue-pongue, Luiz compartilha bastidores de sua jornada, fala sobre a importância de trazer humanidade para o universo das vendas e dá conselhos valiosos para quem sonha em publicar um livro.
Como foi a sua primeira experiência como coautor em “Balanced Skills” e de que forma ela abriu caminho para se tornar coordenador de livros?
Recebi com extrema alegria o convite para fazer parte do “Balanced Skills”, feito pelo amigo de longa data Marcel Spadoto. Há anos eu escrevo artigos para blog e newsletters, mas nunca havia tido a oportunidade de participar de um livro, ainda mais um que fazia parte de uma série best-seller. Participei como coautor de dois capítulos, trazendo uma compilação de alguns das centenas de artigos que eu já compartilhava pelo LinkedIn. Eu me engajei tanto no lançamento que fui o único coautor a promover eventos regionais de promoção do livro.
Coordenar um livro de coautoria é um desafio diferente de escrever um capítulo. Qual foi a maior lição que você aprendeu nesse processo?
A coordenação editorial surgiu como uma evolução natural do processo de aprendizado de um coautor. Graças a experiência de ter liderado departamentos, unidades de negócios e empresas, pude aplicar metodologias de gestão de projetos para entregar uma obra de alta qualidade e dentro do prazo estabelecido nove meses antes. Conquistar mais um título best-seller foi gratificante para mim e para o Marcel, que dividiu essa responsabilidade com papéis e responsabilidades bem definidas.
Nos volumes 1 e 2 de “Vivi, Vendi, Venci”, vemos histórias reais e muito humanas de profissionais de vendas. Como foi a seleção dos temas e dos autores?
A ideia do livro surgiu do inegável fato de que todo vendedor é um exímio contador de histórias. Marcel e eu conhecemos inúmeros profissionais que poderiam compartilhar seus ensinamentos e impactar positivamente a vida dos leitores. A seleção, portanto, levou em conta as bagagens de cada coautor e o interesse legítimo deles de fazer a diferença no mercado de trabalho.
A série traz desde técnicas comerciais até assuntos contemporâneos como ESG, liderança humanizada e inteligência emocional. Por que era importante incluir esses temas?
O objetivo da série de livros é trazer ensinamentos práticos para profissionais de todos os níveis e diversos segmentos. Por isso, decidimos trazer temas atuais e complementares para enriquecer a base de conhecimento desde vendedores júnior até altos executivos que desejem aprender com referências em seus mercados de atuação.
O que mais te surpreendeu ao ler e organizar os relatos de tantos profissionais que, como o título sugere, viveram, venderam e venceram?
O que mais nos surpreende em cada capítulo é a verdade que cada coautor traz. Em tempos de tanta facilidade para criar narrativas e fatos, os profissionais que fizeram parte dessas obras compartilharam suas verdadeiras lições de vida, não apenas o lado brilhante da vida. O sucesso é relativo e os aprendizados são sempre impactantes.
Você já coordenou duas obras de grande impacto e agora está à frente do terceiro volume com Marcel Spadoto. O que os leitores podem esperar de novidade nesse novo livro?
O terceiro volume dessa trilogia promete manter a régua lá no alto. Estamos trabalhando com um cronograma bem ajustado, que permite atrair mais coautores de grande experiência e competência, dando tempo para entregar capítulos que traduzam em profundidade o que só eles viveram, venderam e venceram.
Na sua visão, por que falar sobre vendas de forma prática, humana e inspiradora é tão necessário no cenário atual da sociedade e dos negócios?
Como diz Dale Carnegie, autor de ‘Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas’: “Ao lidar com pessoas, lembre-se de que não está lidando com criaturas de lógica, mas de emoção”. No cenário atual, falar sobre vendas de forma prática, humana e inspiradora é essencial porque garante objetividade, cria conexão genuína e desperta propósito. Vendas não são apenas transações, mas encontros entre pessoas. Quando unimos técnica e empatia, construímos relacionamentos duradouros e negócios mais relevantes para a sociedade.
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O que diferencia a série “Vivi, Vendi, Venci” de outros livros sobre vendas disponíveis no mercado?
Existem muitos livros de técnicas de vendas no mercado, mas quase nenhum fala sobre as experiências práticas e humanas das relações comerciais. Por isso, nossa trilogia se propõe a ensinar os leitores com aprendizados reais de quem viveu, vendeu e venceu em sua carreira. Cada leitor tem liberdade para acessar os coautores diretamente e se aprofundarem nos temas de interesse.
Como foi a parceria com a editora Literare Books nesse processo editorial e quais pontos você destacaria dessa jornada?
Trabalhar com a Literare tem sido muito gratificante. Desde a primeira participação como coautor no “Balanced Skills”, passando pela coordenação de três livros da série “Vivi, Vendi, Venci”, até os lançamentos de cada obra – inclusive na Bienal do Livro -, sempre recebi atendimentos cordiais e suporte impecável de toda a empresa, do pessoal do estoque à diretoria. Todos demonstram interesse legítimo pelo nosso sucesso e pelo impacto que as obras causarão nos leitores.
Para finalizar, qual conselho você daria a quem sonha em publicar um livro, seja como autor ou coordenador de uma coletânea?
Ainda existem muitas histórias maravilhosas a serem contadas e que podem transformar a vida das pessoas. Também existem diversas formas de levar essas histórias ao mercado. Porém, você precisa se associar a profissionais que legitimamente tenham interesse em concretizar esse sonho e experiência comprovada em lançar centenas de obras best-seller, como é o caso da Literare Books. Meu conselho é seguir a mesma trilha de aprendizagem que eu percorri. Comece pequeno, escrevendo um capítulo em uma obra de coautoria, e envolva-se profundamente na criação e promoção do livro. Com isso, você poderá alçar voos maiores!




